
Ricardo Giglio sempre foi fascinado por cervejas, começando pela coleção de latinhas importadas quando ainda era criança.
“Uma de minhas primeiras memórias”, disse ele, “é do amargor e o lúpulo das antigas Antarcticas que meu pai me deixava bicar quando era criança, hoje perdido para a ganância corporativa e o mal gosto generalizado.”
Deixou de frequentar muitos lugares que só vendem milho, e sempre pergunta antes de ir ao lugar: “tem Heineken?”.
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